Hipocondria é um transtorno caracterizado por medo persistente de ter doenças graves mesmo após avaliações médicas normais; provoca ansiedade, interpretações catastróficas de sensações corporais e buscas frequentes por exames. O manejo eficaz combina terapia cognitivo-comportamental, estratégias para reduzir a ansiedade (exercício, higiene do sono, respiração), acompanhamento contínuo com um médico de confiança e, quando necessário, medicação prescrita por especialista.
O Hipocondria é um transtorno caracterizado pela preocupação persistente e intensa com a possibilidade de ter doenças graves, mesmo quando exames e avaliações médicas não confirmam a presença de enfermidades.
Sintomas comuns:
- Preocupação excessiva com sensações corporais ou pequenos sintomas.
- Interpretação catastrófica de sinais físicos.
- Buscas frequentes por exames, consultas e segundas opiniões médicas.
- Evitação de situações por medo de adoecer.
- Ansiedade generalizada e impacto no desempenho social e profissional.
Condutas recomendadas:
- Procure avaliação com profissionais de saúde mental para diagnóstico preciso.
- Considere terapia cognitivo-comportamental, que mostra eficácia no manejo dos pensamentos catastróficos.
- Estabeleça parceria contínua com um médico de confiança para evitar exames desnecessários.
- Adote técnicas de manejo da ansiedade, como respiração controlada, atividade física regular e higiene do sono.
- Em casos indicados, tratamento farmacológico deve ser avaliado por especialista.
Perguntas Frequentes sobre Hipocondria
O que é hipocondria?
Transtorno com preocupação persistente de ter doença grave mesmo após avaliações médicas normais.
Quais os sintomas mais comuns?
Preocupação excessiva com sinais corporais, interpretações catastróficas, buscas frequentes por exames e impacto na rotina.
Quando buscar ajuda profissional?
Ao perceber prejuízo nas atividades diárias, ansiedade intensa ou consultas/exames repetidos; procure psicólogo, psiquiatra ou médico de confiança.
Qual o tratamento indicado?
Terapia cognitivo-comportamental é a primeira opção; medicamentos podem ser usados quando indicados e há manejo contínuo com profissionais.
Fonte: BVSMS.saude.gov.br
